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terça-feira, 16 de julho de 2013

Quinto Capítulo!


KATE: Ele é..., quer dizer era - suspiro.
CASTIEL: Como assim era?!
KATE: O Alex, quer dizer o Alexander era meu irmão. Morreu a cerca de 4 meses.
CASTIEL: Sinto muito! - baixou a cabeça e olhou para o lado, baixando um pouco a voz.
KATE: Não sintas. Eu acho que ele finalmente conseguiu descansar.
CASTIEL: Como assim descansar?!
KATE: A minha mãe sempre trabalhou muito e como ele era o meu irmão mais velho e maior de idade, vivia sozinho, era muito independente, mas a minha mãe sempre o pressionou muito, para tudo, tanto para estudar, como com namoradas, nunca aceitava nenhuma, então saiu de casa a um ano atrás e um tempo depois eu fui morar com ele e a cerca de 4 meses, pronto, tu sabes. - começaram-me a cair pequenas lágrimas e o Castiel olhava para mim um pouco preocupado.
CASTIEL: Eu sei que não devia perguntar, mas como é que morreu o teu irmão?
KATE: A 4 meses eu vinha com o meu irmão e mais dois amigos dele no carro, eram 3 da manhã, vinhamos de uma festa e apenas um dos amigos do meu irmão estava um pouco bêbado.
Eu ia à frente e ele ia a conduzir, estava a chover muito e um camião saiu da faixa dele e veio para a nossa. O meu irmão tentou desviar, mas não conseguiu. - as lágrimas caiam pela minha cara, como nunca antes tinham caído. Respirei fundo antes de continuar. - Eu fui a única sobrevivente e estive quase um mês em coma. Depois disso voltei para casa dos meus pais, mas não aguentava mais aquele ambiente e disse aos meus pais que gostava de me mudar, o que para eles tanto fazia e o meu pai, mais preocupado propôs a tua casa e foi assim, que eu vim aqui parar.
Comecei a chorar ainda mais e o Castiel abraçou-me de novo.
CASTIEL: Eu gostei do teu pai. Se ele não me tivesse indicado como ponto de turismo, nunca tinha conhecido uma tábua, que gosta de basquete e rock.
Dei um pequeno riso e ele também. Ele fazia-me sentir bem, mesmo quando eu não estava.
KATE: Obrigado, Castiel! - levantei-me um pouco e dei-lhe um beijo na bochecha, o que o fez ficar um pouco corado.
CASTIEL: Também não era preciso tento, o obrigado chegava. - abraçou-me de novo e eu deixe-me ser abraçada, eu precisava daquilo.
Estávamos assim, quando alguém toca à campainha.

CONTINUA...

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