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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Decimo Segundo Capítulo! O FINAL!


A noite longa, pode-se dizer que não durou muito. Eu já estava pronta para o final e já estava farta de sofrer, então decidi arriscar tudo.
Eu conheço bem demais o Castiel, todos os seus defeitos, todas as suas qualidades, os seus gostos e viver com ele durante este tempo pode-se dizer que me fez ficar a conhecer algo muito além da máscara.
A cada dia que passava eu tinha a certeza do que sentia-a, eu amava-o, correção eu amo-o com todas as minhas forças, ele está lá quando eu preciso, ele dá-me força e vontade de viver e viver cada vez mais, ele dá-me vontade de aproveitar cada momento perto dele, de desfrutar de cada recordação, de cada segundo, de cada sentimento, de cada toque, de cada cheiro, de toda a minha vida!
Eu perdi o meu irmão, o meu maior apoio, a minha maior base e o sonho que eu vivia naquele tempo foi quebrado, foi transformado no piar momento da minha vida e tudo me fez querer termina-la. Quando me mudei para cá, quando conheci o Castiel, quando o descobri, percebi que a minha vida.voltava a ganhar cor, eu voltava a ter vida, voltava a aproveita-la e voltava a AMAR.
O Castiel estava abraçado a mim, passamos assim a noite toda, sem discussões como costumava ser, eu abri lentamente os olhos e raios de luz adentravam o quarto, bem como uma pequena brisa, as minhas pernas estavam enroscadas no vestido e eu sentia algo quente, mas ao mesmo tempo duro contra as minhas costas.
Virei-me completamente e fiquei frente a frente com um Castiel a dormir sem camisola, ele estava com os cabelos todos bagunçados e com cara de santo, então imaginem lá a fofora desta figura.
Ele apertou a mão contra as minhas costas e puxou-me ligeiramente para ele, olhei-o e ele continuava a dormir, como via que ele não me ia largar tão fácil, comecei a fazer desenhos com as mãos no peito e cantava baixinho "Kiss me slowly" dos Parachute.
Devem ter passado uns dez minutos ou talvez mais, mas eu não parava de percorrer o peito e barriga dele com as mãos, sempre a cantar.
Estava tão entretida a contar, pode-se dizer assim, os abdominais dele, mas sou despertada por um suave movimento no meu cabelo, ele estava acordado e não precisava de o olhar para saber, encostei a testa no peito dele e continuei a contar abdominais.
-O meu corpo interessa-te assim tanto?
-Phef! Olha lá ó convencido, tu achas que és quem?
Permaneci na mesma posição, não me mexi nada, continuava apenas a passar os dedos pela barriga dele. Ele ri-se e a barriga dele contrai-se.
-6 ou talvez 8. Não, seis de certeza.
-O que são seis?
-Os teus abdominais. - levanto a cabeça para olhar para aquele rosto que ainda coberto pelo sono, parecia inocente, os olhos negros dele prendiam-me completamente a ele. -Porquê? Não me digas que achavas que eram mais?
-Na verdade nunca me deu na telha de contar!
Ele aproxima-se ligeiramente rouba-me um beijo e senta-se na cama. Enterro a cabeça na almofada dele, sentindo a forte presença dele ali, o cheiro dele impregnado na minha querida e companheira de todas as dores, almofada, ele deita-se por cima das minhas costas, colocando a cabeça no meu ombro e sussurra-me.
-E agora?
-Não sei!
-Mas eu sim. Aceitas namorar comigo e aproveitas o momento.
Levantei a cabeça da almofada admirada, com o que ele tinha dito.
-Na-Namorar?
-Sim, na-mo-rar!
Soletrou a palavra namorar e voltou a sentar-se levando-me com ele, que agarrei a almofada com muita força.
-Não, a minha almofadinha. Cheira tão bem!
Ele riu-se da minha atitude, tirou-me a almofada o que me fez ficar chateada e beijou-me.
-Tens aqui algo com esse cheiro, que a partir deste momento podes aproveitar 24 horas por dia, ofertas limitadas ao stoque existente.
Ele abriu os braços com um sinal convidativo e um sorriso malicioso na cara.
Eu abracei-o, com força e ele retribuiu pousando o queixo sobre a minha cabeça.
-Espero que haja, stoque para mim.
-Sempre, mas sempre vai haver stoque para ti!
-Mas é claro! A peça original é minha e só minha.
Afastei-me dele e beijei-o, assim ficamos, juntos, felizes enquanto podemos, e isso é agora e para sempre, porque como eu disse a peça original é minha e só minha, e eu não gosto de partilhar, mesmo nada!

FIM!

Decimo Primeiro Capítulo!


KATE: Correu-te bem a noite?
CASTIEL: Não deve ter corrido tão bem como a tua! - manteve a cara inexpressiva e sentou-se na ponta do sofá. Eu sabia o que ele queria dizer com aquilo, mas não sei se era de ter bebido um bocadinho mais que o normal ou não. Estiquei-me no sofá de maneira a que os meus pés ficassem muito perto dele e comecei-me a descalçar com os meus pés, o que fez o meu vestido subir um pouco.
Com a minha movimentação o Castiel olhou para mim e acho que corou depois de ter colocado os olhos no meu vestido.
KATE: Castiel, faz-me uma massagem nos pés? Andar de saltos uma noite inteira cansa!
CASTIEL: E tu julgas que eu sou o quê? Massagista?
KATE: Não sei bem! Por acaso tens mais cara de quem está a morrer de ciúmes.
Recostei-me no sofá para ser capaz de ver a cara dele.
A cara que ele antes desviava agora encarava-me. Ele começou a aproximar-se de mim, com o joelho fez com que eu afasta-se ligeiramente as pernas para ele se puder apoiar com os joelhos, as mãos colocou-as sobre o sofá ao lado do meu peito, abaixou a cabeça e sussurrou-me ao ouvido.
CASTIEL: Deves-te achar muito importante!
Eu sentia a respiração dele contra a minha pele, o que fez com que pequenos arrepios me percorresem o corpo todo. O meu coração batia a mil com a aproximação repentina e parecia que me ia saltar fira do corpo a qualquer instante.
KATE: Eu não acho, eu sou importante.
Castiel passou os lábios dele desde o meu ouvido até ao canto dos meus lábios, eu fechei lentamente os olhos e fiquei ofegante.
CASTIEL:Achas que eu não reparei, que não tiras-te os olhos de cima de mim, o concerto todo.
Eu começava a ser tomada por um sentimento esquisito, não como aquele, quando o Castiel me deu o colar, ou me deixou chorar no ombro dele, um sentimento forte, de proteção, este sentimento de agora era o que mais parecia desejo e intensificou-se quando ele me começou a dar pequenos beijos no pescoço, passando perto do colar que ele me tinha dado, voltando para perto do ouvido.
KATE: Fogo Castiel, assim não dá.
CASTIEL: Como assim?
Agarrei a camisola dele, virei-me um pouco fazendo o Castiel deitar-se e eu fiquei sobre ele.
Comecei a beija-lo intensamente e ele tentou sentar-se, agarrei a nuca dele e enrolei o seu cabelo nos meus dedos puchando-o gentilmente, ele agarrou-me pela cintura e começou a percorrer as minhas costas à procura do feicho do vestido, eu levantei-lhe ligeiramente a camisola passando os dedos pelas suas costas.
Estávamos assim e o Castiel estava quase a abrir-me o feicho do vestido todo, quando o meu telemóvel toca.
CASTIEL: Atende, pode ser importante!- dizia entre o beijo.
KATE: Não deve ser nada.
Continuei a beija-lo agora mais intensamente.
CASTIEL:Anda lá atende!
Separei-me dele relutante e peguei no telemóvel, vi quem me estava a ligar e atendi.
KATE: Sim, Rosa?
ROSALYA: Não incomodo pois não?
KATE: Se eu disser que sim, vais ficar chateada!
ROSALYA: O que é que tu e o cabeça de tomate andam a fazer?
O Cast começou a beijar-me o pescoço e isso fez-me um pouco de cócegas.
KATE: Nada, só estamos a conversar.
ROSALYA: Vou fingir que acredito.
KATE: Olha Rosa eu agora tenho que desligar, falamos amanhã. Chau, beijinhos!
Desliguei a chamada e pousei-o.
KATE: Acho que já está na hora de eu ir dormir.
CASTIEL: A esta hora. Ainda é tão cedo.
KATE: Eu não me importo de dormir a acompanhada!
Cantarolei, levantando-me e Castiel segui-me.
Lá vai a minha noite de descanso! -pense.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Roupas das meninas! - Décimo Capítulo!

Rosalya

Iris

Kate

Décimo Capítulo!


Chegamos à escola e fui ter com a Rosa aos balneários para me arranjar, enquanto que o Cast foi ter com o Lysandre.
Arrangei-me juntamente com a Rosa, eu estava com um vestido preto que na parte de cima parecia um corpete com rendas e laços e a parte de baixo era mais curto a frente do que atrás. A Rosa estava com um vestido azul escuro que era mais curto na parte da frente do que a parte de trás, com rendas pretas pelo vestido e um laço no peito e outros dois nas coxas. O Cast estava com umas calças pretas, uma camisola também preta, de botas estilo melitar pretas e a jaqueta de couro preta dele. O Lysandre estava também de calças pretas, com um casaco estilo vitoriano preto e vermelho e com umas botas estilo tropa pretas.
A Íris e o Nath, também fazem parte da banda, então a Íris estava com um vestido vermelho com rendas pretas e uma flor preta no peito. O Nath estava com uma camisa vermelha, que estavam as mangas dobradas até aos cotovelos, com umas calças pretas e ténis vermelhos.
Tirando o Castiel e o Lysandre, os restantes membros não pareciam estar muito de acordo com a roupa, a Íris dizia que o vestido lhe ficava curto e o Nath a Rosa estava sempre a desapertar-lhe os botões de cima da camisa, mas ele não gostava.
Às nove menos dez, as pessoas começaram a chegar, enquanto que um DJ passava músicas, eu estive a beber e a falar com as meninas, até que foi a vez da banda, eu puxei a Rosa até ao centro da pista e estivemos a dançar feitas malucas. O que eu não consegui fazer nessa noite, foi tirar os olhos do Cast e deixar de pensar nele.
Ele tinha sido atencioso comigo, tinha-me ajudado sem pedir nada em troca, deu-me aquele lindo colar que a Rosa quando o viu fez-me mil e uma perguntas.
À meia noite o Lys chamou-me ao palco para cantar os parabéns e eu arrastei a Rosa comigo, todos me cantaram os parabéns e depois o DJ voltou para dar uma folga aos rapazes e rapariga.
Estávamos todos juntos até que me lembrei que queria dançar.
KATE: Anda Rosinha! Anda lá dançar comigo.
ROSA: Nem penses já estou cansada.
KATE: Anda tu, Castiel, por favorzinho!
CASTIEL: É que nem penses.
KATE: Vais sim.
Peguei na mão dele e puxei-o para o centro da pista.
CASTIEL: Kate, eu não quero dançar.
Eu fiz-me de surda dei um gole na minha bebida e...
KATE: Desculpa Castiel, mas eu não te consigo ouvir, a música está muito alta.
Sorri e a seguir ele fez algo que eu não esperava, puxou-me pela cintura e falou-me ao ouvido mordendo-o logo de seguida.
CASTIEL: Eu não vou dançar ruivinha.
Eu fiquei atônita e à seguir ele afastou-se de mim indo para perto do Lys e da Rosa. Eu fiquei parada na pista, até que alguém me toca no ombro, fazendo com que eu me vire.
NATHANIEL: Estás bem, Kate?
KATE: Estou sim. - sorri-lhe- Queres dançar?
NATHANIEL: Pode ser.
Mal ele acabou de falar, começou uma música lenta e eu e o Nath, começamos a dançar juntos, enquanto dançavamos eu olhei para o Cast que não estava assim com muito boa cara.
Depois da música acabar eu e o Nath voltamos para junto da banda.
Não falei com o Castiel o resto da noite. Quando a festa acabou eram três da manhã, mas como amanhã era sábado eu e a Rosa tínhamos contratado uma equipa de limpeza para limpar o ginásio, não tínhamos nada com que nos preocupar.
Quando cheguei a casa ditei-me no sofá e o Castiel ficou atrás do sofá a olhar para mim.
Pela cara dele eu já sabia que a noite ia ser longa.

CONTINUA...

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Fanfic "O Pesadelo virou um Sonho" no AD

http://www.amordoce.com/forum/t19207,1-castiel-o-pesadelo-virou-um-sonho.htm#p2089704


O vestido que a Kate experimentou - Oitavo Capítulo!


Nono Capítulo!


Quando eu sai do provador, deparei-me com uma visão horrível.
Castiel e Lysandre a segurar um monte de vestidos e a Rosa a tirar-lhes as medidas e a apontar num caderno.
LYSANDRE: Olá Kate.
De repente a Rosa estava em cima de mim a observar-me minuciosamente.
ROSA: Hum! O que acham rapazes?
LYSANDRE: Eu acho que te acenta bem Kate.
CASTIEL: Eu acho que lhe fica mal, com a cor do cabelo.
ROSA: Têm os dois razão.
A Rosa passou-me mais vestidos e mais e mais, até que às 8h encontramos o vestido perfeito e saímos da loja.
ROSA: Missão comprida!
KATE: E se agora, fossemos comer alguma coisa é que experimentar vestidos cansa.
ROSA: Vamos sim, mas temos que ser rápidos, pois tu, eu e os rapazes temos que nos arranjar e às oito e meia já estar lá
CASTIEL: Se é assim, toca a despachar se não, nem amanhã lá chegamos.
Eu olhei, para o Cast e para a Rosa, depois olhei para o Lys que estava perdido em pensamentos, mas todos me encararam quando a minha barriga roncou e começaram a rir-se feitos tolos.
KATE: Eu disse que tinha fome.
Cruzei os braços e fiz bico.
ROSA: Vamos lá então comer.
Ela disse rindo, puxando-me para o café mais próximo, onde nos sentamos e estivemos a conversar, pelo menos a Rosa falava com o Lysandre eu e o Castiel estivemos calados.
ROSA: Lys-fofo e se fôssemos indo para a festa e depois vocês vão lá ter? É que eu acho que nós de tarde interrompemos a vossa "conversa". Então Castiel paga um gelado à rapariga e sê simpático, apenas porque hoje é o aniversário dela.
Eu corei e não disse nada, virando a cara para o lado, enquanto que o Castiel encarava a Rosa de boca um tanto aberta, com a surpresa do que ela tinha dito.
A Rosa levantou-se a rir e saiu com o Lysandre.
O Castiel virou-se para mim, um pouco corado e...
CASTIEL: Não era bem um gelado que eu te pensava dar de prenda de anos, mas tá.
KATE: Então o que pensavas dar-me como prenda de anos?
Aproximei-me um pouco mais dele e baguncei-lhe o cabelo só para o irritar, ele não fez, nem disse nada o que me surpreendeu.
KATE: C-Castiel, tu estás bem?
CASTIEL: É claro que estou ó ruivinha!
Desta vez foi a vez dele me bagunçar o cabelo e eu ri-me.
CASTIEL: Is-isto é para ti!
Ele estendeu-me uma caixa preta, com um laço vermelho e lá dentro tinha um colar dourado, com o meu nome em pedrinhas brancas e um coração de cada lado. Eu fiquei meio boba, devo confessar. Aquilo era lindo.
KATE: Castiel eu não acredito!
CASTIEL: Não gostas-te foi. É que se não gostas-te eu devolvo. - ele disse meio desapontado, irritado e triste.
KATE: É claro que não seu estúpido. Eu amei o colar é simplesmente perfeito.
Aproximei-me ainda mais dele e dei-lhe um beijo na bochecha, o que o fez ficar corado de novo, mas aliviado e mais feliz.
KATE: Agora põem-me este lindo colar, vai comprar o meu gelado e vamos ter com a Rosa.
Virei-me de costas para ele, dei-lhe o colar é levantei o cabelo. Dirigimos à bancada escolhemos os gelados e fomos para a escola.

CONTINUA...

Oitavo Capítulo!


O Leight mostrou-nos a secção dos vestidos de festa e dos vestidos de noite. A Rosa comecou a sua longa jornada, pela procura do vestido, até que o Leight teve que voltar para o seu posto de comando e ela agarrou-se  a ele, para a despedida que deve ter durado cerca de 10 minutos.
KATE: Desculpem lá a  incomodo, mas a festa é as 9h e já são quase 7h. Mas é que eu não quero incomodar mesmo.
Disse com voz autoritária e com cara de santa, o que os fez encarar-me deram um último beijo e começarem a rir, até que o Leight foi trabalhar e a Rosa voltou para a sua missão. Eu sentei-me numa cadeira, coloquei os fones, fechei os olhos e recostei a cabeça e passado algum tempo sinto alguém a limpar-me uma lágrima que me tinha escapado do olho, abro os olhos e reparo num rapaz de cabelo castanho e olhos verdes, com estilo militar que me lembrava um amigo da Austrália.
KATE: Eu não acredito! Kentin? - abracei-o e sorri, sentia-me muito feliz.
KENTIN: Ei, Kate. Como é que estás?
KATE: Eu estou ótima, mas o que é que tu fazes aqui? Pensei que estivesses a participar naquele campeonato de surf com o Dake.
KENTIN: E estou. Só que a próxima prova, vai ser num local aqui perto e eu e o Dake, estávamos a passar aqui perto, quando eu te vi.
KATE: Humhum! Já agora onde está o Dake?
KENTIN: Ele estava aqui, ainda agora!
Eu e o Kentin começamos a olhar para todos os lados, quando eu vejo a Rosa com um vestido azul na mão e a fugir de alguém.
DAKE: Anda lá, eu posso ajudar!
ROSA: Duvido muito! Kai, ajuda-me, este doido está-me a perseguir.
DAKE: Olá Kate.
KATE: Olá Dake. Então como vais?
DAKE: Podia ir melhor, mas há pessoas que não deixam.
ROSA: Pera aí, vocês conhecem-se?
A Rosa estava com uma cara um pouco assustada, o que me fez rir. Levantei-me, fui até perto dela e abracei-a.
KATE: Rosa, estes aqui são o Kentin e o pervertido do Dake. Rapazes esta é a Rosalya.
KENTIN: Prazer Rosalya. Nós agora temos que ir. Até à próxima meninas!
DAKE: Até à próxima.
Abracei os dois e eles foram embora.
ROSA: Aquele Dake é assustador.
KATE: Depende das vezes.
Sorri para a Rosa e pôs a língua de fora, fazendo uma careta e a Rosa, começou-se a rir.
ROSA: Muito bem! Vai lá experimentar este vestido e despacha-te.
Ela empurrou-me para os provadores e eu experimentei o vestido.

CONTINUA...

Sétimo Capítulo!


POVS ROSALYA ON:
Eu acho esta rapariga, extremamente chata, numa altura está a resmungar comigo por causa das compras e noutra hora a arrastar-me literalmente para um lugar que ela não sabe, nem onde é.
Quando o Lysandre me contou que a Kate ia voltar para a Austrália eu fiquei em estado de choque, eu não queria perder de jeito nenhum a minha pequena e frágil boneca.
Ainda não falei com ela sobre este assunto, porque não sei o que se passou, mas também acho que o Castiel já "falou" com ela o suficiente.
ROSA: He! Kate, tu sabes por acaso onde é a loja do Leight.
Cruzei os braços e pus-me a olhar para ela, com um pequeno riso de troça, ela para, olha para mim e...
KATE: Por acaso, não sei, maaaas tu vais indicar o caminho, não é assim, MINHA QUERIDA ROSALYA.
ROSA: Mesmo quando me tratas por Rosalya, sabes que eu não caio na tua.
KATE: Por favorzinho!
ROSA: É claro que eu vou indicar o caminho, eu quero ver o Leight tanto como tudo e além disso, temos que ir às compras.
KATE: Pois, temos. Acreditas, que me tinha esquecido desse pequeno pormenor.
ROSA: Pois sim, eu vou fingir que acredito, só que não! Agora vamos.
Ela fez uma cara de cachorrinhos abandonado tão fofa, que eu quase não resisti.
POVS ROSALYA OFF
Eu sei que vocês gostam de ler a Rosa a falar, mal de mim e isso tudo, mas a história é minha, PORTANTO quem a conta sou eu e só EU.
Caminhamos, durante mais ou menos 10 minutos, até que chegamos em frente a um grade edifício com umas montras de vidro, muito grandes e com manequins que usavam roupas, simplesmente perfeitas.
Fiquei a babar a montra até a Rosa me puchar para dentro da loja.
LEIGHT: Boas tarde! Em que po...
ROSA: A mim podes-me ajudar em muitas coisas.
A Rosa atirou-se para o Leight e beijou-o.
KATE: Humhum! Eu dispenso cenas destas a minha frente.
Eles largaram-se e o Leight abraçou-me.
LEIGHT: Então o que vieram aqui fazer?
ROSA: Nós viemos comprar um vestido aqui para a menina mal humorada, visto que logo à noite é a festa de anos dela.
LEIGHT: Kate, tu fazes anos? Eu não sabia. Muitos parabéns!
KATE: Obrigado Leight!
LEIGHT: E já sei o que te vou dar de prenda. Vai ser o vestido que vais usar esta noite.
KATE: Obrigado Leight a sério!
ROSA: Muito bem, vamos lá então às compras!

CONTINUA...

Sexto Capítulo!


KATE: Eu vou lá. - Suspirei e tentei soltar-me dos braços do Castiel, mas ele não me largava. - Já me podes largar o missmúsculos. -Batilhe no peito e ele largou-me.
CASTIEL: Então! - fez uma cara de dor, mas depois sorriu. Aproximei-me dele e sussurei-lhe no ouvido.
KATE: Não te preocupes ha-des sobreviver!
Começo-me a rir e corro para a porta. Quando chego lá alguém começa a gritar.
ROSA: Mas o que é que vocês estão a fazer aí dentro, afinal.
Vou a abrir a porta e deparo-me com uma Rosalya completamente irritada e um Lysandre a tentar acalma-la a todo o custo.
CASTIEL: Por acaso estávamos a limpar o pó, da casa, porquê?
Olho para trás e deparo-me com o Castiel, mesmo perto de mim, os nossos corpos quase colados um ao outro e o meu coração acelera e eu fico quase da cor do meu cabelo.
ROSA: Muito engraçado, senhor cabeça de tomate, mas tenho a certeza de que não era isso, que estavam a fazer. - e olha para mim com um sorriso malicioso o que me fez ficar ainda mais vermelha e encarei o chão - Não é assim Kate?
KATE: No-nós, est-estávamos...
CASTIEL: A conversar. O que é que achas que eu ia fazer com esta tábua. - olha-me de canto e dá o seu famoso sorriso, malicioso- Já agora o que é que fazem aqui?
ROSA: Pois para quem não se lembra HOJE temos uma festa de aniversário. E tu Kate se bem te lembras, vais comigo às compras. Eu sei que nenhum dos rapazes se importava que fosses só de lingerie, ou completamente nua. Não é assim rapazes?
Olhamos as duas para o Castiel e para o Lysandre, que coraram e desviaram o olhar a mexer no cabelo.
A Rosa e eu começamo-nos a rir e os rapazes mais corados ficaram.
CASTIEL: Vo-vocês não iam - pigarreando - às compras, então muito bem, podem ir que eu e o Lys precisamos de ensaiar.
Empurrou-me para fora da porta e puxou o Lys, levando-o para dentro, quando ele ia fechar a porta eu coloquei o pé impedindo-o.
KATE: Eu preciso das minhas chaves, do telemóvel e da carteira.
Entrei casa dentro e fui buscar as minhas coisas.
KATE: Agora sim, podemos ir Rosa, vamos deixar os rapazes ensaiar. - fechei a porta com a Rosa a rir-se ao meu lado, enquanto que dizia - Xau meninos!
Quando chegamos a rua já nem eu, nem a Rosa nos riamos tanto.
KATE: Então onde vamos hoje?
ROSA: Como se já tivesse-mos ido às compras as duas muitas vezes. - e revirou os olhos.
KATE: E já fomos! - disse indignada - Quando nos conhecemos, passamos um dia inteiro, para remodelar o meu armário
ROSA: Eu passei um dia inteiro a escolher-te roupa, enquanto que tu conversavas sobre música, com o Lys-fofo.
KATE: Eu não tenho culpa, de ele gostar de música tanto quanto eu. Além do mais eu servi de modelo. - cruzei os braços e fiz a cara de uma criança embirrada, o que fez a Rosa rir-se.
ROSA: Só porque a roupa era para ti. E agora vamos logo para as compras.
Ela agarrou-me o pulso e puchou-me, mas eu estaquei fazendo-a parar e olhar para mim com uma cara de interrogação.
KATE: Afinal onde vamos?
ROSA: Vamos à loja do Leight!
KATE: Finalmente, vou conhecer a famosa loja do Leight.
ROSA: E vais poder voltar a falar com ele.
KATE: Pois vou- agarrei no pulso dela e puchei-a - Vamos, anda. Por favor despacha-te Rosa.

CONTINUA...

terça-feira, 16 de julho de 2013

Quinto Capítulo!


KATE: Ele é..., quer dizer era - suspiro.
CASTIEL: Como assim era?!
KATE: O Alex, quer dizer o Alexander era meu irmão. Morreu a cerca de 4 meses.
CASTIEL: Sinto muito! - baixou a cabeça e olhou para o lado, baixando um pouco a voz.
KATE: Não sintas. Eu acho que ele finalmente conseguiu descansar.
CASTIEL: Como assim descansar?!
KATE: A minha mãe sempre trabalhou muito e como ele era o meu irmão mais velho e maior de idade, vivia sozinho, era muito independente, mas a minha mãe sempre o pressionou muito, para tudo, tanto para estudar, como com namoradas, nunca aceitava nenhuma, então saiu de casa a um ano atrás e um tempo depois eu fui morar com ele e a cerca de 4 meses, pronto, tu sabes. - começaram-me a cair pequenas lágrimas e o Castiel olhava para mim um pouco preocupado.
CASTIEL: Eu sei que não devia perguntar, mas como é que morreu o teu irmão?
KATE: A 4 meses eu vinha com o meu irmão e mais dois amigos dele no carro, eram 3 da manhã, vinhamos de uma festa e apenas um dos amigos do meu irmão estava um pouco bêbado.
Eu ia à frente e ele ia a conduzir, estava a chover muito e um camião saiu da faixa dele e veio para a nossa. O meu irmão tentou desviar, mas não conseguiu. - as lágrimas caiam pela minha cara, como nunca antes tinham caído. Respirei fundo antes de continuar. - Eu fui a única sobrevivente e estive quase um mês em coma. Depois disso voltei para casa dos meus pais, mas não aguentava mais aquele ambiente e disse aos meus pais que gostava de me mudar, o que para eles tanto fazia e o meu pai, mais preocupado propôs a tua casa e foi assim, que eu vim aqui parar.
Comecei a chorar ainda mais e o Castiel abraçou-me de novo.
CASTIEL: Eu gostei do teu pai. Se ele não me tivesse indicado como ponto de turismo, nunca tinha conhecido uma tábua, que gosta de basquete e rock.
Dei um pequeno riso e ele também. Ele fazia-me sentir bem, mesmo quando eu não estava.
KATE: Obrigado, Castiel! - levantei-me um pouco e dei-lhe um beijo na bochecha, o que o fez ficar um pouco corado.
CASTIEL: Também não era preciso tento, o obrigado chegava. - abraçou-me de novo e eu deixe-me ser abraçada, eu precisava daquilo.
Estávamos assim, quando alguém toca à campainha.

CONTINUA...

Quarto Capítulo!


De tanto chorar acho que adormeci.
Quando acordei estava aninhada nos braços fortes de alguém, abro os olhos bem devagar e olho para cima, quando reparo num monte de cabelo vermelho, CASTIEL.
Ele estava s dormir também, eu levanto-me um pouco e tiro o cabelo que lhe caía pela testa e que lhe tapava os olhos da frente e fiquei a olhar para ele um bocado.
O Cast era tão fofo quando dormia, mas era também fofo quando compunha, tocava guitarra e cantava, e pelo tempo em que eu ali estava percebi, que ele cantava normalmente quando se sentia abalado, preocupado ou triste com alguma coisa.
Estava eu com os meus pensamentos, quando o sinto a mexer-se e então ele acorda e olha para mim.
CASTIEL: Que horas são? - disse bocejando.
Eu peguei no meu telemóvel que se encontrava em cima da mesa de vidro perto do sofá e vi as horas.
KATE: São duas da tarde.
CASTIEL: A sério que dormis-te tanto. É que és mesmo preguiçosa. - fez o seu sorriso mais convencido. Estava a tentar irritar-me.
KATE: Até parece que fui só eu, o mal disposto - cruzei os braços e fiz um sorriso igual ao dele para o tentar chatear e pareceu funcionar um pouco.
Ele agarra-me pela sintura fazendo-me encostar a cabeça no peito dele. Como estava a ver que ele não me ia largar estiquei as pernas no sofá e encarei o teto.
CASTIEL: Quem é o Alex?
KATE: T-tu ouviste a m-minha conversa?
CASTIEL: Ouvi sim, mas apenas um pouco, como o nome Alex. Agora dis-me quem é ele.
KATE: Ele é...

CONTINUA...

Terceiro Capítulo!


Apanhei um táxi para chegar mais depressa a casa. Quando cheguei peguei no telemóvel e sentei-me no sofá da sala à espera que um dos meus pais atendessem.
MARY: Sim, quem é?
KATE: Quem é?! Quem é que achas que pode ser?
MARY: Olá querida! Então como vão as coisas contigo e como vai a escola?
KATE: Deixa esse teatro para outro. - suspiro - Como assim telefonaste para cá a falar sobre eu voltar para a Austrália?
MARY: Então é isso. Pelos vistos o rapaz que atendeu o telefone deu-te o recado.
KATE: O rapaz de que estas q falar chama-se Castiel e sim ele disse-me que vocês ligaram. Mas o que é que se passa, será que nem no meu aniversário, me deixam em paz?! - disse-lhe já quase aos berros.
MARY: Precisamente por fazeres anos. Hoje fazes 16 anos e já vai muito tempo que não nos vemos. - ela bem que parecia irritada.
KATE: E eu tenho culpa. Eu tenho culpa de estares sempre a trabalhar e da última vez que nos vimos foi no funeral do Alex. Até o Alex tinha percebido que vocês não se importavam. Só depois do Alexander morrer é que se deram conta de que tinham filhos. - eu não aguentava mais aquele teatro dela e comecei a chorar.
Quando ela ia para me responder alguém me tira o telemóvel e desliga a chamada, sentando-se a minha beira e abraçando-me.
E aí chorei, derramei toda a dor e sofrimento que guardava no meu peito, não aguentei mais e deixe-me ser reconfortada e chorei até mais não.
POVS CASTIEL
Fiquei preocupado e decidi seguila.
Quando cheguei a casa ela estava sentada no sofá, a gritar com o telemóvel e prestes a chorar.
Desde que ela tinha ido morar comigo que nunca a tinha visto ir a baixo.
FLASHBACK ON:
Estava sentado no sofá a ver um filme, com o Dragon, mesmo ao meu lado, quando ele se levanta e começa a rosnar para a porta e a porta começa a ser aberta devagar, quando me dou conta estava uma rapariga de longos cabelos cor de fogo, olhos azuis como o céu, muito pálida, com os lábios rosados e um pouco corada, com três malas encostada a ombreira da porta.
Tirei logo os olhos dela e voltei de novo a,minha atenção para o filme.
Quando já não ouço os rosnidos do Dragon volto-me para trás e veijo uma pequena boneca de cabelos vermelhos a fazer festas no Dragon e a rir-se como se fosse uma miúda pequena, o que confesso me fez ficar impressionado. Fiquei a observala durante um bocadi quando ela olha para mim e me sorri, depois disso senti a cara quente e deviei o olhar do dela.
A primeira vez que uma miúda me fazia ficar assim.
FLASHBACK OFF
Não sabia o que havia de fazer, mas de uma coisa eu tinha a certeza, não a queria ver chorar.
Cheguei perto dela, tirei-lhe o telemóvel da mão e desliguei a chamada, coloquei o telemóvel na pequena mesa de vidro em frente ao sofá e sentei-me ao lado dela abraçando-a, e aí vi o que eu mais temia, a Kate começou s chorar, eu apenas continuei a abraçala, apertando-a para mais perto de mim.
E ficamos assim por algum tempo.

CONTINUA...

Segundo Capítulo!


KATE: Então o que se passa meninos?!
LYSANDRE: Então, parabéns - disse, fazendo um pequeno sorriso, notava-se que um pouco forçado, coisa que não é normal nele.
CASTIEL: O Lys não pergunta, mas eu sim. Quando é que nos ias contar que vais voltar para a Austrália?!
KATE: Como assim voltar para a Austrália?! - levantei-me do banco com um pulo e o caderno que eu outrora segurava encontrava-se agora sobre terra.
CASTIEL: Sim, voltar para a Austrália. Os teus pais ligaram lá para casa, hoje de manhã um pouco depois de tu teres saído, a perguntar quando é que te podiam enviar o bilhete do avião. - e fez uma cara de poucos amigos, mas como que um bocado preocupada.
Para quem não sabe eu vivo em casa do Castiel. Mudei-me para o Havaí, um pouco depois de tudo ter acontecido a cerca de dois meses e fiquei a morar em casa do Cast, visto que os nossos pais serem amigos e apesar de emancipado, são os pais do Cast que pagam a renda da casa, portanto ele não teve alternativa.
KATE: E já estou outra vez na mesma situação de antes - murmurei, mas parece que eles ouviram.
LYSANDRE: Como assim, na mesma situação de antes?!
Enquanto que ele falava eu dirigi-me para o portão da escola.
KATE: Desta vez não. Desta vez eles não estragam a minha vida. - virei-me para trás para os rapazes e disse - Digam aos professores que eu me senti mal e fui para casa.
CASTIEL: Onde vais?!
KATE: Resolver este problema...
E de uma vez por todas.

Continua...

Personagens

Kate Hudson

Lysandre Briggs

Nathaniel Durham

Rosalya Jefferson

Leight Briggs

Castiel Stark

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Fecho de Fic

  Quero avisar a quem acompanha a pagina que a fic "I Give Up", vai ser fechada, vou deixar de escrever e postar.
  Por enquanto perdi o entusiasmo por essa fic e comecei uma nova a qual vou tentar publicar quando tiver um ou dois capitulos, escritos antes do que vai ser publicado.
  Peço desculpa para quem acompanhava, mas nao dava para continuar mais.

  Mais uma vez peço desculpa e obrigada!

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Primeiro Capítulo!


"Foi ontem, ou como se tivesse sido eu achava-me forte o suficiente para aguentar tudo, mas o destino provou-me que não.
Não eu não estou preparada para aguentar tudo, ainda não estou preparada para enfrentar a realidade, TU és um monstro, sim um monstro, aquele monstro que me destruiu, que destruiu os meus sonhos, que me fez sofrer, que me fez chorar sem parar, mas que me fez acreditar na vida, na possibilidade de voltar a amar, na possibilidade de voltar a ser feliz.
Levame daqui para o outro lado, onde poderei estar perto de ti, onde poderei estar perto do meu monstro, por favor não me abandones não me deixes sozinha!"
Era este o poema que eu queria recitar na aula, um feito por mim, onde eu entregasse a minha alma, o meu ser, ... mas eu não consegui, em vez disso iria recitar um pequeno poema que li num dos meus muitos livros.
Ah! Olá, chamo-me Kate e tenho 16 anos, estudo em Sweet Amoris, mas numa turma avançada, na minha turma tem todos 18 anos ou vão fazer eu sei um bocado esquisito, mas os meus dotes são muitos e a escola é um deles.
Quando cheguei à escola a Rosa atirou-se logo para cima de mim.
ROSA: Parabéns, Kate!
KATE: Obrigado Rosa! - E dei um dos meus muitos sorrisos forçados. A Rosa não merecia, mas a mim também não me apetecia fazer anos, ainda por cima neste dia. Bem a Rosa foi a primeira pessoa que conheci aqui em Amoris, bem ela e o Lysandre vindo com ele a simpatia do Castiel ( pessoas estou a ser sarcástica ), o Castiel deve ser das pessoas mais mal humoradas do MUNDO e arredores, mas até que as vezes pode nem ser tão mau como parece.
ROSA: Muito bem a tua festa vai ser aqui no ginásio, já falei com o Nath e ele falou com a diretora e desde que limpemos tudo no fim, não há problemas, o Lys e o Cast, vão atuar e nós vamos passar a tarde nas compras, vai ser o máximo. Agora tenho que ir, tenho mais em que pensar. Beijinhos!
A energia da Rosa deixava-me sem reação e eu não conseguia dizer nada. Decidi ir para o jardim e encostei-me a uma árvore e comecei a fazer desenhos num caderno enquanto cantarolava uma musica. Quando me apercebo estava muita sombra perto de onde estava, olho para cima e deparo-me com o Lysandre a olhar para mim, com cara preocupada e o Castiel de braços cruzados e cara de poucos amigos, como sempre.

CONTINUA...

Nova fic

Quero avisar a toda a gente que vou começar uma nova fic, que vai ser postada a partir de hoje.
O nome da fic será " O pesadelo virou um sonho".
Quando puder vou também postar as personagens e uma pequena sipnose.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Personagens que entraram no ultimo capitulo

Os Gemeos Alexy e Armim

                                                Alexy                                                    Armim

 

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Capitulo 3 : Novo dia, velhos amigos!



Acordei cedo, mais do que o habitual e senti que ainda era de noite, levantei-me da cama e reparei que nao tinha vestido o pijama, diriji-me calmamente para a janela e ainda estava escuro, fui ate a comoda ver as horas no telemovel e eram, O QUE?! 3 da manha.
Deitei-me de novo, vestida na mesma, e coloquei o despertador para as 7. Como eu moro sozinha, sim sozinha, como disse sou de Italia e tenho vida la, os meus pais tem la os seus empregos, a minha mae e modelo e cantora e o meu pai compoem, e fotografo e diretor de uma grande empresa de publicidade, para quem nao sabe eles sao milionarios e eu nao sou verdadeiramente filha deles, mas sim adotada.
Acordei e eram sete e meia.
Mixi: O MEU DEUS! Segundo dia de aulas e ja vou faltar a primeira aula.
Levantei-me da cama, tomei um banho rapido e vesti as minhas calças rasgadas, que eu amo, a camisola da minha banda favorita e um casaco preto com carapuço, que coloquei logo, para finalizar calcei as minhas botas pretas de salto e voei para dentro do meu carro. O meu carro e um jaguar preto, acabado de sair, foram os meus pais que me deram antes de vir para Portugal, o carro vai ate aos 400 Km/H, coisa que eu achei demasiado para um lugar tao pacifico, como RiverVie, mas eu gosto de adrenalina.
Esperem ja sei o que devem estar a pensar, tenho 16 anos, sou muito nova para conduzir e isso, mas eu tenho a carta e autorizaçao, visto que sempre viajei muito e precisava de me deslocar com frequencia de um lugar para o outro em Italia, graças a minha agenda os meus pais deram-me esta autorizaçao. Ja agora a historia da minha vida em italia, fica para outra altura.
Quando cheguei a escola, estava tudo muito sossegado e como tambem ja nao me apetecia ir a primeira aula, sentei-me num banco que existe na escola debaixo de um sobreiro alto, o que proporciona muita sombra, coloquei os meus fones e estive a ouvir musica, quando reparo numa cabeça azul e noutra cabeça preta a passarem pelo portao.
Mixi: Eu nao acredito que sao eles. Alexy?! Armim?!- dirijo-me a correr para aqueles dois rapazes que se viram para tras, mal me ouvem a chamar.
Alexy: Mi?! Tu por aqui, eu nao acredito, o que fazes aqui menina?!- ele abraça-me com tanta força, que eu ja tinha saudades.
Mixi: Isso tenho eu que perguntar, o que fazem aqui?!
Armim: Ele perguntou primeiro, vais ter que responder. Oi, Mixi!- sempre o mesmo em vez de olhar para mim, nao tira os olhos da psp.
Mixi: Oi para ti tambem Armim. Eu estudo aqui em Sweet Amoris, desde ontem. Agora e vez de voces responderem a minha pergunta.
Alexy: Nos mudamo-nos para ca ontem e viemo-nos inscrever na escola, por falar nisso temos que ir. Adeusinho Mi!
Armim: Adeus Mixi!
Mixi: Ate depois meninos!
Os meus meninos estavam ca, em RiverVie, que saudades que eu tinha deles, conhecios numa das minhas viagens pelo mundo, mais exatamente em França e ficamos logo amigos, eles sao os dois muito especiais para mim, pois sabem do meu pequeno segredo e nunca o contaram para ninguem.
Conhecem aquela frase “Tres pessoas podem guardar um segredo se duas delas estiverem mortas”?! Pois com eles essa frase nao se aplica, a verdade e que o Alexy e um pouco desbucado, mas nunca disse nada sobre o meu segredo.
Quando me estava a preparar para voltar para o banco, alguem me da um encontrao.
Mixi: Eii, ve la po...- nao consegui terminar a frase, quando vi quem era.
Starck : Dizias alguma coisa roixinha
Mixi : Eu...
Starck: Hoje nao falas, nao?!
De repente toca para sair e ele diriji-se para o portao, mas pera ai, nos temos aulas.
Mixi: Ei, onde vais, nos temos aulas!
Starck: Afinal sempre fala- aquele sorriso deixa-me sem palavras- Eu sei que temos aulas, mas hoje passo. E onde eu vou nao te interessa.
E desaparece no meio da multidao.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Capitulo 2: Escola (parte 2)


                                            A Aula


Eu nao sou muito de arranjar confusoes, a serio que nao sou, prefiro ficar sossegada no meu canto do que me meter em problemas, mas e que nem acreditam onde estou neste momento...
Neste preciso momento, TEMPO DE AULA, estou no patio sentada no banco de jardim acompanhada de o BAD BOY da escola, mas segundo a Rachel um dos mais populares e giros da escola.
Vou vos contar o que se passou, estava eu muito sossegadinha na aula de quimica sentada no meu lugar perto da janela a ouvir a minha musica, quando a professora me toca no ombro, pelo que eu me apercebi o Starck, tinha dado um morro a um colega de turma e ela pediu-me para eu o acompanhar ate ao jardim para apanhar ar.
Starck: Nao precisas de ir comigo, eu nao preciso de babysiter!!
Mixi: Eu tambem nao gosto de fazer de babysiter, mas assim tambem apanho um pouco de ar...
Starck: Olha que a menina e saida da casca!!- disse isto e fez um sorriso de canto, “O Meu Deus que lindo, so agora reparei, mas ele tem olhos azuis”
Mixi: Bonitos!- sussurei.
Starck: Disseste alguma coisa roixinha!
Mixi: Eu nao disse nada que merece-se ser ouvido por ti e ja agora o que e que tu me chamas-te, Starckinho?!- este rapaz esta-me a irritar.
Ele vira-se derrepente para mim e senta-me no banco, literalmente eu estava a ver que caia...
Mixi: Entao cuidado, eu ia caindo!
Starck:Cala-te roixinha e olha tu nao tens o direito de me chamares assim, portanto aqui fica um aviso- ele disse aproximando-se de mim, mesmo ao meu ouvido “Ai meu Deus que e agora que morro”- se me voltas a chamar de Starckinho, eu mato-te, ouviste?- depois de me dizer isto, ferra-me a orelha e beija-me o pescoço.
Fiquei toda arrepiada e encolhi-me toda, quem ele acha que e para me fazer isto. Ponho-me a olhar para ele com cara irritada e ele começa-se a rir feito tolo, ainda por cima da minha cara e senta-se ao meu lado.
Mixi: Ok, mas se me voltas a dar beijos no pescoço, quem te mata sou eu STARCKINHO!
Mal acabo de dizer isto, ele agarra-me pela cintura, chega-me para perto dele e começa-me a beijar e a morder o pescoço, eu fiquei meia esterica e comecei a rir-me, derrepente toca para sair e ele larga-me, ele coloca os fones nos ouvidos e eu tento recompor-me, quando consigo e vou para falar com ele, ele levanta-se.
Starck: Adeus roixinha, vemo-nos amanha!- e faz outra vez aquele sorriso de canto e convencido, ainda por cima.
Mixi: Eu...
Quando eu lhe ia responder, chegam as meninas e ele vai-se embora a rir. Eu e as meninas estive-mos a conversar e depois eu fui embora.
Quando cheguei a casa deitei-me na cama e pos-me a olhar para o teto, “O meu Deus, que dia, aquele rapaz mata-me”.
E adormeço, a pensar nele.