KATE: Correu-te bem a noite?
CASTIEL: Não deve ter corrido tão bem como a tua! - manteve a cara inexpressiva e sentou-se na ponta do sofá. Eu sabia o que ele queria dizer com aquilo, mas não sei se era de ter bebido um bocadinho mais que o normal ou não. Estiquei-me no sofá de maneira a que os meus pés ficassem muito perto dele e comecei-me a descalçar com os meus pés, o que fez o meu vestido subir um pouco.
Com a minha movimentação o Castiel olhou para mim e acho que corou depois de ter colocado os olhos no meu vestido.
KATE: Castiel, faz-me uma massagem nos pés? Andar de saltos uma noite inteira cansa!
CASTIEL: E tu julgas que eu sou o quê? Massagista?
KATE: Não sei bem! Por acaso tens mais cara de quem está a morrer de ciúmes.
Recostei-me no sofá para ser capaz de ver a cara dele.
A cara que ele antes desviava agora encarava-me. Ele começou a aproximar-se de mim, com o joelho fez com que eu afasta-se ligeiramente as pernas para ele se puder apoiar com os joelhos, as mãos colocou-as sobre o sofá ao lado do meu peito, abaixou a cabeça e sussurrou-me ao ouvido.
CASTIEL: Deves-te achar muito importante!
Eu sentia a respiração dele contra a minha pele, o que fez com que pequenos arrepios me percorresem o corpo todo. O meu coração batia a mil com a aproximação repentina e parecia que me ia saltar fira do corpo a qualquer instante.
KATE: Eu não acho, eu sou importante.
Castiel passou os lábios dele desde o meu ouvido até ao canto dos meus lábios, eu fechei lentamente os olhos e fiquei ofegante.
CASTIEL:Achas que eu não reparei, que não tiras-te os olhos de cima de mim, o concerto todo.
Eu começava a ser tomada por um sentimento esquisito, não como aquele, quando o Castiel me deu o colar, ou me deixou chorar no ombro dele, um sentimento forte, de proteção, este sentimento de agora era o que mais parecia desejo e intensificou-se quando ele me começou a dar pequenos beijos no pescoço, passando perto do colar que ele me tinha dado, voltando para perto do ouvido.
KATE: Fogo Castiel, assim não dá.
CASTIEL: Como assim?
Agarrei a camisola dele, virei-me um pouco fazendo o Castiel deitar-se e eu fiquei sobre ele.
Comecei a beija-lo intensamente e ele tentou sentar-se, agarrei a nuca dele e enrolei o seu cabelo nos meus dedos puchando-o gentilmente, ele agarrou-me pela cintura e começou a percorrer as minhas costas à procura do feicho do vestido, eu levantei-lhe ligeiramente a camisola passando os dedos pelas suas costas.
Estávamos assim e o Castiel estava quase a abrir-me o feicho do vestido todo, quando o meu telemóvel toca.
CASTIEL: Atende, pode ser importante!- dizia entre o beijo.
KATE: Não deve ser nada.
Continuei a beija-lo agora mais intensamente.
CASTIEL:Anda lá atende!
Separei-me dele relutante e peguei no telemóvel, vi quem me estava a ligar e atendi.
KATE: Sim, Rosa?
ROSALYA: Não incomodo pois não?
KATE: Se eu disser que sim, vais ficar chateada!
ROSALYA: O que é que tu e o cabeça de tomate andam a fazer?
O Cast começou a beijar-me o pescoço e isso fez-me um pouco de cócegas.
KATE: Nada, só estamos a conversar.
ROSALYA: Vou fingir que acredito.
KATE: Olha Rosa eu agora tenho que desligar, falamos amanhã. Chau, beijinhos!
Desliguei a chamada e pousei-o.
KATE: Acho que já está na hora de eu ir dormir.
CASTIEL: A esta hora. Ainda é tão cedo.
KATE: Eu não me importo de dormir a acompanhada!
Cantarolei, levantando-me e Castiel segui-me.
Lá vai a minha noite de descanso! -pense.
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